Vidro é arte na Bienal

A maior instalação da Bienal de Arte usou 322 m² de vidros para retratar um mundo paralelo, em que as tecnologias de imagem em movimento ainda não foram inventadas. O artista visual canadense Mark Lewis buscou inspiração no tema desta 31.ª edição da Bienal de Arte,
Como aprender com as coisas que não existem foi a frase de inspiração para os artistas. Na obra de Lewis foi utilizado  um tipo especial de vidro fumê, usado para compor a escultura denominada Invention. Os vidros possuem dimensões variadas e foram combinados de maneira criativa, formando uma instalação que impressiona por suas grandes proporções.

O objetivo é fazer com que os espectadores vivenciem diferentes pontos de vista, levando-os a experiências, sensações e reflexões únicas sobre as imagens que se formam através do vidro”, explica Renato Sivieri, gerente de marketing da Guardian.
Do total de vidros utilizados, 204 m² são de vidros laminados e temperados, para aplicação em uma espécie de caleidoscópio, que integra a instalação. Os demais 118 m² são de vidro curvo lapidado.